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Cuidados pós-operatório

O que é fibrose?

O termo fibrose, embora se refira a uma condição muito comum, nem sempre é bem esclarecido. Trata-se da formação de um tecido conjuntivo fibroso como uma resposta reparadora a lesão ou dano. Existem diversas condições que podem levar ao surgimento de fibrose, além de ela poder se apresentar com diferentes características. Nos tópicos abaixo você irá entender melhor o que é fibrose, quais suas principais características e quais as opções de tratamento para fibrose. Tire as suas dúvidas agora mesmo: Principais considerações sobre fibrose A fibrose pode ter duas principais matrizes: a deposição de tecido conjuntivo que ocorre como parte da cicatrização normal ou deposição de tecido em excesso que ocorre como um processo patológico. Quando a fibrose ocorre em resposta a uma lesão, temos uma cicatriz. Alguns dos principais tipos de fibrose são: Fibrose pulmonar Refere-se a uma série de condições que causam dano pulmonar intersticial seguido por fibrose e, eventualmente, perda de elasticidade do tecido pulmonar. Essas condições levam a sintomas como tosse persistente, dor no peito, dificuldade para respirar e fadiga constante. A fibrose pulmonar pode ocorrer como uma condição secundária em várias outras doenças, mas em muitos casos, a causa subjacente não é clara, utilizando, nesse caso, o termo fibrose pulmonar idiopática. A fibrose pulmonar pode ser dividida nos três seguintes tipos: Fibrose de reposição: ocorre como resposta a danos nos pulmões causados ​​por infarto ou infecção, como pneumonia ou tuberculose. Fibrose focal: manifesta-se como uma resposta à irritação por substâncias que são inaladas e então transportadas para o tecido linfático próximo pelos macrófagos. Doença difusa do parênquima pulmonar (DPPD): ocorre nos casos de alveolite fibrosante, que se manifesta na fibrose pulmonar idiopática. DPLD também ocorre na alveolite alérgica extrínseca, em há uma inflamação difusa do tecido pulmonar como uma resposta à inalação de antígenos de poeira, como pelos de animais. Em muitos casos, a doença subjacente que leva à fibrose pulmonar se desenvolve ao longo de muitos anos. Na prática isso quer dizer que muitas vezes as pessoas desenvolvem a doença mais tarde na vida, com o pico de incidência entre os 50 e 70 anos de idade. Alguns dos fatores de risco para fibrose pulmonar incluem exposição a substâncias ocupacionais que danificam o pulmão; tabagismo; doença do refluxo gastroesofágico e infecções como tuberculose e pneumonia Fibrose pleural A fibrose pleural é o nome da doença em que uma pessoa desenvolve tecido fibroso na pleura (o revestimento da cavidade torácica ao redor dos pulmões). Em condições normais, a pleura é uma membrana mucosa muito flexível, mas quando ocorre a fibrose pleural, essa membrana engrossa e enrijece. A fibrose pleural é geralmente benigna, mas podem ocorrer complicações se generalizar, quando, por exemplo, falta de ar e o “estrangulamento” dos pulmões ocorre. A fibrose pleural geralmente se desenvolve cerca de quinze anos após um curto período de forte exposição a substâncias como o amianto, mas pode ser cumulativa, ou seja: menor exposição por um longo período. Além disso, a fibrose pleural também pode ser causada por processo inflamatório, pneumonia, trauma cirúrgico ou derrame pleural. Fibrose hepática A cirrose se refere ao tecido cicatricial e aos nódulos que substituem o tecido hepático e prejudicam a função do fígado. A condição geralmente é causada por alcoolismo, doença hepática gordurosa não alcoólica, hepatite B ou hepatite C. Para entender essa condição, é importante considerar que o fígado é responsável por várias funções essenciais, como desintoxicar certas substâncias do corpo, produzir nutrientes essenciais e limpar o sangue. No entanto, cada vez que o fígado sofre estresse ou lesão, ele tenta se regenerar e, consequentemente, produz tecido cicatricial no processo. À medida que o tecido cicatricial se acumula, a função hepática piora e, quando a cirrose está avançada, o fígado não funciona mais adequadamente. A cirrose não dá origem a sintomas até que o dano se torne extenso, momento em que pode causar uma ampla gama de sintomas, tais como facilidade para sangrar; fadiga; icterícia; acúmulo de fluido no abdômen; perda repentina de peso; náusea e fala arrastada. Fibrose cardíaca As áreas do coração que foram danificadas devido ao infarto do miocárdio também são áreas sensíveis ao processo de fibrose. A fibrose cardíaca pode afetar as válvulas do coração e o músculo, que se torna rígido e menos complacente, o que pode aumentar o risco de insuficiência cardíaca. Os fibrócitos geralmente secretam colágeno e, portanto, são essenciais para o suporte estrutural do coração. No entanto, quando essas células são superativadas, podem desencadear fibrose. A perda de flexibilidade nas válvulas pode eventualmente causar disfunção valvar e insuficiência cardíaca. Quais são as causas de fibrose? Como você pôde perceber nos tópicos acima, existem diferentes tipos de fibrose, o que, obviamente, indica a existência de diferentes causas para a manifestação dessa condição. Dentre as principais causas, podemos citar a exposição frequente a poluentes ambientais, consumo frequente de alguns medicamentos, algumas doenças do tecido conjuntivo e doenças pulmonares intersticiais. No entanto, na maioria dos casos, a causa não pode ser encontrada. Tratamentos para fibrose O tratamento para fibrose irá depender da condição que a desencadeou. De modo geral, não há tratamento para fibrose pleural e pulmonar. Não há evidências de que qualquer medicamento pode ajudar a doença, uma vez que a cicatriz desenvolvida se torna permanente. No entanto, alguns cuidados paliativos podem incluir o uso de oxigênio para auxiliar na respiração ou corticosteroides ou esteroides inalatórios. Em casos graves, a pleura inteira pode engrossar, tornando-se muito densa e branca, quase como a medula de uma laranja, fazendo com que perca as propriedades elásticas que normalmente permitem que o tecido se expanda facilmente quando os pulmões são inflados. Nesses casos, a pleura lesionada deve ser removida cirurgicamente para que os pulmões possam inflar, devolvendo a capacidade mecânica da respiração. No caso de fibrose pós-cirúrgica, drenagem linfática e tratamento medicamentoso podem ser opções de tratamento. Endossamos que cada paciente deve ter suas especificidades avaliadas por um profissional para que possa conduzir o tratamento mais pertinente.

Hábitos que prejudicam seu pós operatório

Hábitos ruins comprometem a recuperação e a obtenção de melhores resultados estéticos após a cirurgia plástica. Os cuidados no pós-operatório são essenciais para que a recuperação seja adequada após uma cirurgia plástica ou qualquer outro procedimento invasivo. Esquecer os cuidados após a operação são esquecidos é um erro que pode gerar uma série de consequências ao paciente.    Fatores como uma rotina alimentar ruim, ausência de atividade física regular, excesso de exposição ao sol, consumo frequente de bebidas alcoólicas e cigarro, e estresse causam desequilíbrios no organismo, e isso se reflete do lado de fora. A cirurgia plástica, em seus processos de análises, considerações e decisões, possui um ponto que é determinante para o sucesso do procedimento: escolher submeter-se a uma operação significa concordar em mudar todo o estilo de vida depois dela, caso seja necessário. Assim, realizar uma cirurgia ou procedimento para melhorar sua aparência requer vivenciar o período pós-operatório com seriedade e se comprometer a manter hábitos saudáveis, a fim de manter os resultados obtidos.   Hábitos não saudáveis no pós-operatório Má alimentação: A alimentação adequada prepara o corpo para uma boa recuperação pós-operatória. A cicatrização pode ser mais rápida e adequada se a absorção e o consumo de proteínas forem satisfatórios, a presença de complicações como infecção e trombose de membros inferiores é menor em quem está dentro da faixa de peso adequada. Por isso, os cuidados alimentares devem ser iniciados, pelo menos, três meses antes do procedimento cirúrgico.   Sedentarismo: O sedentarismo é caracterizado pela falta de atividades físicas regulares. No entanto, elas são muito importantes para a manutenção do peso e para o bom funcionamento cardiovascular e respiratório. O paciente que se submete a uma cirurgia plástica não pode retomar a prática de exercícios durante o repouso, mas quando as atividades não são realizadas previamente é mais fácil ganhar peso durante o período de recuperação.  Tabagismo: O tabaco é uma das substâncias mais prejudiciais durante a recuperação de uma cirurgia plástica, tanto que a recomendação é que esse hábito seja interrompido meses antes da realização da operação.  O problema se deve a algumas substâncias presentes no cigarro que prejudicam a circulação do sangue na pele, comprometendo o processo de cicatrização. Além disso, o tabaco afeta também o sistema respiratório, podendo causar tromboses e complicações graves nesse período.    Consumo de bebidas alcoólicas: Durante o período posterior à cirurgia plástica, o paciente deve evitar o consumo de bebidas alcoólicas por, pelo menos, 30 dias. Esse tempo se aplica especialmente durante o uso de medicamentos. Esse hábito pode ser extremamente prejudicial, podendo causar uma série de efeitos colaterais, como: interferir no efeito das medicações, debilitar e desidratar o corpo, reduzir a imunidade, causar irritações na mucosa da boca e no sistema digestivo, aumentar o inchaço e até aumentar o risco de sangramentos.  Descuido com a pele: Após a realização de uma cirurgia também pode ser prejudicial para as cicatrizes e para os resultados dos procedimentos minimamente invasivos na face. Assim, a proteção solar e a hidratação adequada atuam como coadjuvantes nos resultados da cirurgia plástica.   A obtenção de satisfação com as cirurgias plásticas depende de um esforço coletivo de médico e paciente. O cirurgião plástico empenha-se no diagnóstico, planejamento e execução, mas a durabilidade dos resultados depende de o paciente adotar hábitos saudáveis para manter o que foi conquistado.  

Alimentos fundamentais para uma boa recuperação pós-cirurgia

Não é só de medicamento que se faz um bom pós-operatório. Os alimentos têm papel fundamental no pós-operatório após a realização de uma cirurgia plástica. Além do repouso, das sessões de drenagem linfática e uso correto das malhas de compressão, durante o período de pós-operatório é fundamental adotar uma alimentação adequada, que contribuirá ativamente no processo de cicatrização pós-cirúrgico e garantir o efeito desejado. Opte por alimentos leves, nesse momento de recuperação. Porque ao processar esses alimentos o corpo foca a energia na recuperação de tecidos e não na digestão do alimento. Além disso, alimentos ricos em proteínas e fatores cicatrizantes também são indicados no pós-operatório. A vitamina C, fortalece o sistema imunológico e protege o corpo contra doenças neste período em que está mais fragilizado. É importante dizer que a dieta é fundamental para a produção de colágeno, substância responsável pela firmeza da pele e pela cicatrização cutânea.   Alimentos que ajudam no processo de cicatrização: Proteínas: ajudam na reconstituição de tecidos necessários para a cicatrização. Exemplo: carne magra, ovo, peixe, gelatina, leite e derivados, amêndoas, soja, grão de bico. Ômega 3: reduz a inflamação, otimizando a cicatrização. Exemplo: sardinha, salmão, atum, nozes, sementes de chia. Frutas cicatrizantes: importante na formação do colágeno, que ajuda na firmeza da pele e na boa cicatrização das suturas. Exemplo: laranja, morango, abacaxi ou kiwi. Ferro: ajuda a manter as células do sangue saudáveis, que são importantes para levar os nutrientes ao local da ferida. Exemplo: fígado, espinafre, gema de ovo, ervilha ou lentilha. Valina: melhora a qualidade de regeneração dos tecidos. Exemplo: castanha de caju, castanha-do-pará, amêndoas. Vitamina A: auxilia na formação dos tecidos epitelial e ósseo, além de estimular a função imunológica do corpo. Exemplo: couve, espinafre, cenoura, abóbora, tomate, manga, beterraba. Vitamina C: auxilia na função imunológica e atua como um antioxidante tecidual, bloqueando os efeitos nocivos dos radicais livres no organismo. Exemplo: pimentão, frutas cítricas, tomate e suco de tomate, espinafre, brócolis, couve, salsa, couve de bruxelas e couve-flor. Vitamina E: melhora a qualidade da pele em cicatrização. Exemplo: sementes de girassol, avelã ou amendoim. Vitamina K: ajuda na coagulação sanguínea, diminuindo os riscos de hemorragia e facilitando a cicatrização. Exemplo: Brócolis, aspargo ou espinafre. Fibras: ajudam a estabilizar os processos digestivos e reduzem o risco de constipação, um efeito colateral relativamente comum após uma cirurgia. Exemplo: pães integrais, frutas, legumes, feijões e certos cereais ricos em fibras. Água: após uma cirurgia, geralmente é bom beber bastante líquido. Além de ser indispensável para a manutenção da saúde e para o funcionamento dos órgãos, a água diminui os inchaços que podem acontecer por conta da retenção de líquido no pós-operatório. A bebida ainda melhora o funcionamento dos rins que, provavelmente, estarão sobrecarregados com o uso de anti-inflamatórios. Alimentos que devem ser evitados: Frituras: os alimentos ricos em gordura não favorecem a resposta imunológica do organismo, já que demandam uma digestão mais demorada. Além disso, a gordura desempenha um papel inflamatório, tudo que seu corpo não precisa neste momento. Alimentos industrializados: os ultraprocessados também não são indicados, justamente porque também contribuem para a inflamação do corpo. Acontece que muitos deles possuem gordura trans, que causa inflamação nas artérias. Doces e açúcar refinado: a absorção do açúcar acaba provocando um processo inflamatório dentro das células. Seu consumo também é relacionado à resistência à insulina, processo em que os tecidos precisam de mais desse hormônio para colocar o açúcar dentro das células. Sem contar que doces em quantidades exageradas provocam inflamação local no intestino.

Quais os melhores tratamentos para fibrose?

A fibrose é caracterizada pela formação de tecido conjuntivo fibroso que pode acometer diversas regiões do organismo humano. Como explicamos melhor neste post, enquanto alguns casos de fibrose são mais simples e não requerem grandes cuidados, outros podem ser mais perigosos e até mesmo fatais, quando não tratados adequadamente, como a fibrose pulmonar, por exemplo. Mas e quando se trata do tratamento, você sabe quais são as opções que se tem à disposição hoje em dia? Reunimos neste post as principais informações a respeito de tratamento para fibrose. Continue lendo e saiba mais: O que é fibrose? A fibrose é uma cicatrização patológica na qual o tecido conjuntivo substitui o tecido parenquimatoso normal, o que resulta em uma considerável remodelação do tecido. Lesões frequentes, inflamação crônica e contato frequente com alguns agentes podem deixar as pessoas mais suscetíveis à fibrose, onde um acúmulo excessivo acidental de componentes da matriz extracelular, como o colágeno, é produzido pelos fibroblastos, levando à formação de uma cicatriz fibrótica permanente. Em resposta à lesão, forma-se uma cicatriz e, se a fibrose surgir de uma única linha celular, denomina-se fibroma.  Fisiologicamente, a fibrose atua depositando tecido conjuntivo, o que pode interferir ou inibir totalmente a arquitetura normal e a função do órgão ou tecido subjacente.  A fibrose também pode ser usada para descrever o estado patológico de deposição excessiva de tecido fibroso, bem como o processo de deposição de tecido conjuntivo no processo de cicatrização.  Em essência, a fibrose é uma resposta exagerada de cicatrização de feridas que interfere na função normal do órgão.  Existem tratamentos? Quais são? O tipo de tratamento irá depender das causas de fibrose, que podem ser inúmeras, desde uma reação que ocorre no período pós-operatório, até uma reação de anos de exposição a alguns agentes como bebida alcoólica (nos casos de fibrose hepática, por exemplo). Sendo assim, para entender quais são os tratamentos, é necessário, de antemão, considerar a causa. Confira os principais tipos de tratamento: Tratamento para fibrose pós-cirurgia plástica A fibrose pode ser desenvolvida depois de procedimentos cirúrgicos. Nesses casos, alguns cuidados administrados por profissionais da estética e fisioterapia podem ajudar a eliminar o problema, tais como: drenagem linfática manual, terapia de ultrassom pulsado e alongamentos. A drenagem linfática, ao contrário de outras formas de massagem, usa uma pressão muito leve, combinada com movimentos suaves de bombeamento para drenar o excesso de fluido da área afetada para os gânglios linfáticos. Após a cirurgia, seu sistema linfático fica suprimido. Portanto, o sistema linfático não está filtrando adequadamente, o que pode causar dor e retenção de líquidos. A drenagem linfática manual também permite que nutrientes importantes como oxigênio, vitaminas e minerais nutrem suas células. Ou seja, ao mesmo tempo que reduz o inchaço, hematomas e fibrose; ajuda no processo de cicatrização e aliviar a dor.  

O que é a fibrose?

O termo fibrose, embora se refira a uma condição muito comum, nem sempre é bem esclarecido.  Trata-se da formação de um tecido conjuntivo fibroso como uma resposta reparadora a lesão ou dano. Existem diversas condições que podem levar ao surgimento de fibrose, além de ela poder se apresentar com diferentes características.  Nos tópicos abaixo você irá entender melhor o que é fibrose, quais suas principais características e quais as opções de tratamento para fibrose. Tire as suas dúvidas agora mesmo: Principais considerações sobre fibrose A fibrose pode ter duas principais matrizes: a deposição de tecido conjuntivo que ocorre como parte da cicatrização normal ou deposição de tecido em excesso que ocorre como um processo patológico.  Quando a fibrose ocorre em resposta a uma lesão, temos uma cicatriz. Alguns dos principais tipos de fibrose são: Fibrose pulmonar Refere-se a uma série de condições que causam dano pulmonar intersticial seguido por fibrose e, eventualmente, perda de elasticidade do tecido pulmonar.  Essas condições levam a sintomas como tosse persistente, dor no peito, dificuldade para respirar e fadiga constante.  A fibrose pulmonar pode ocorrer como uma condição secundária em várias outras doenças, mas em muitos casos, a causa subjacente não é clara, utilizando, nesse caso, o termo fibrose pulmonar idiopática. A fibrose pulmonar pode ser dividida nos três seguintes tipos: Fibrose de reposição: ocorre como resposta a danos nos pulmões causados ​​por infarto ou infecção, como pneumonia ou tuberculose. Fibrose focal: manifesta-se como uma resposta à irritação por substâncias que são inaladas e então transportadas para o tecido linfático próximo pelos macrófagos.  Doença difusa do parênquima pulmonar (DPPD): ocorre nos casos de alveolite fibrosante, que se manifesta na fibrose pulmonar idiopática. DPLD também ocorre na alveolite alérgica extrínseca, em há uma inflamação difusa do tecido pulmonar como uma resposta à inalação de antígenos de poeira, como pelos de animais. Em muitos casos, a doença subjacente que leva à fibrose pulmonar se desenvolve ao longo de muitos anos. Na prática isso quer dizer que muitas vezes as pessoas desenvolvem a doença mais tarde na vida, com o pico de incidência entre os 50 e 70 anos de idade. Alguns dos fatores de risco para fibrose pulmonar incluem exposição a substâncias ocupacionais que danificam o pulmão; tabagismo; doença do refluxo gastroesofágico e infecções como tuberculose e pneumonia Fibrose pleural A fibrose pleural é o nome da doença em que uma pessoa desenvolve tecido fibroso na pleura (o revestimento da cavidade torácica ao redor dos pulmões).  Em condições normais, a pleura é uma membrana mucosa muito flexível, mas quando ocorre a fibrose pleural, essa membrana engrossa e enrijece. A fibrose pleural é geralmente benigna, mas podem ocorrer complicações se generalizar, quando, por exemplo, falta de ar e o “estrangulamento” dos pulmões ocorre. A fibrose pleural geralmente se desenvolve cerca de quinze anos após um curto período de forte exposição a substâncias como o amianto, mas pode ser cumulativa, ou seja: menor exposição por um longo período.  Além disso, a fibrose pleural também pode ser causada por processo inflamatório, pneumonia, trauma cirúrgico ou derrame pleural.  Fibrose hepática A cirrose se refere ao tecido cicatricial e aos nódulos que substituem o tecido hepático e prejudicam a função do fígado.  A condição geralmente é causada por alcoolismo, doença hepática gordurosa não alcoólica, hepatite B ou hepatite C. Para entender essa condição, é importante considerar que o fígado é responsável por várias funções essenciais, como desintoxicar certas substâncias do corpo, produzir nutrientes essenciais e limpar o sangue.  No entanto, cada vez que o fígado sofre estresse ou lesão, ele tenta se regenerar e, consequentemente, produz tecido cicatricial no processo.  À medida que o tecido cicatricial se acumula, a função hepática piora e, quando a cirrose está avançada, o fígado não funciona mais adequadamente.  A cirrose não dá origem a sintomas até que o dano se torne extenso, momento em que pode causar uma ampla gama de sintomas, tais como facilidade para sangrar; fadiga; icterícia; acúmulo de fluido no abdômen; perda repentina de peso; náusea e fala arrastada. Fibrose cardíaca As áreas do coração que foram danificadas devido ao infarto do miocárdio também são áreas sensíveis ao processo de fibrose.  A fibrose cardíaca pode afetar as válvulas do coração e o músculo, que se torna rígido e menos complacente, o que pode aumentar o risco de insuficiência cardíaca. Os fibrócitos geralmente secretam colágeno e, portanto, são essenciais para o suporte estrutural do coração.  No entanto, quando essas células são superativadas, podem desencadear fibrose.  A perda de flexibilidade nas válvulas pode eventualmente causar disfunção valvar e insuficiência cardíaca. Quais são as causas de fibrose? Como você pôde perceber nos tópicos acima, existem diferentes tipos de fibrose, o que, obviamente, indica a existência de diferentes causas para a manifestação dessa condição. Dentre as principais causas, podemos citar a exposição frequente a poluentes ambientais, consumo frequente de alguns medicamentos, algumas doenças do tecido conjuntivo e doenças pulmonares intersticiais.  No entanto, na maioria dos casos, a causa não pode ser encontrada. Tratamentos para fibrose O tratamento para fibrose irá depender da condição que a desencadeou. De modo geral, não há tratamento para fibrose pleural e pulmonar. Não há evidências de que qualquer medicamento pode ajudar a doença, uma vez que a cicatriz desenvolvida se torna permanente. No entanto, alguns cuidados paliativos podem incluir o uso de oxigênio para auxiliar na respiração ou corticosteroides ou esteroides inalatórios. Em casos graves, a pleura inteira pode engrossar, tornando-se muito densa e branca, quase como a medula de uma laranja, fazendo com que perca as propriedades elásticas que normalmente permitem que o tecido se expanda facilmente quando os pulmões são inflados.  Nesses casos, a pleura lesionada deve ser removida cirurgicamente para que os pulmões possam inflar, devolvendo a capacidade mecânica da respiração. No caso de fibrose pós-cirúrgica, drenagem linfática e tratamento medicamentoso podem ser opções de tratamento.  Endossamos que cada paciente deve ter suas especificidades avaliadas por um profissional para que possa conduzir o tratamento mais pertinente.  

Quais os cuidados com o pós-operatório após uma cirurgia plástica?

O resultado obtido após uma cirurgia plástica não está associado apenas à cirurgia em si ou à precisão do cirurgião, mas também aos cuidados empreendidos pelo paciente durante a recuperação. Você sabe quais os cuidados com o pós-operatório após uma cirurgia plástica? O tipo de cuidado pós-operatório de que cada paciente precisa depende do tipo de cirurgia que é feita, bem como de seu histórico de saúde.  De modo geral, os cuidados pós-operatórios começam imediatamente após a cirurgia, ainda durante a internação hospitalar, normalmente com medicamentos analgésicos, e devem continuar depois da alta médica.  Antes de fazer a cirurgia, pergunte ao seu médico quais serão os cuidados pós-operatórios. Isso lhe dará tempo para se preparar com antecedência.   Alguns dos principais cuidados pós-cirúrgicos incluem: Cuidados pós-operatórios de cirurgia plástica Quando um paciente passa por uma cirurgia de saúde, os cuidados pós-operatórios incluem, algumas vezes, tratamento medicamentoso adjacente. Mas quando se trata de cirurgia plástica, há ainda outros cuidados que o paciente deve se atentar para garantir um bom resultado, e o período pós-operatório é crucial para afinar os resultados que a cirurgia pode proporcionar. Aumente a ingestão de água diariamente Após passar por uma cirurgia, é fundamental que o paciente consuma uma quantidade considerável de água diariamente. Isso porque a água é o que ajudará o corpo a eliminar as toxinas, além de acelerar a eliminação de edema (inchaço) comum às cirurgias. Além disso, a água ajuda no processo metabólico, inclusive dos tecidos que foram lesionados durante a cirurgia, acelerando a recuperação e a cicatrização. Por último, mas não menos importante, o consumo de água no período pós-operatório ajuda a prevenir problemas tromboembólicos. A recomendação mais comumente aceita é que cada paciente tome 2 litros de água por dia, mas, para uma prescrição mais precisa, deve-se multiplicar 35ml de líquido por peso corporal. Desse modo, uma pessoa com 60kg deve consumir, diariamente, 2,1 litros de água ao dia. Use roupas modeladoras e de compressão (quando prescrito) O uso de roupas de compressão, como cintas e sutiãs pós-cirúrgicos, ou até mesmo meias compressivas, proporciona uma série de benefícios ao corpo que está em processo de recuperação após uma cirurgia. Quando se trata de cirurgia plástica, o uso é ainda mais importante, pois ajuda a melhorar os resultados obtidos, além, é claro, de acelerar a recuperação e a cicatrização. Os principais benefícios de adotar roupas de compressão entre os cuidados pós-operatórios incluem: Dá sustentação à pele e aos músculos, evitando flacidez; Evita seroma (acúmulo de líquido na superfície da pele); Melhora a cicatrização dos tecidos lesionados; Ajuda a modelar o contorno do corpo, aprimorando os resultados da cirurgia. Vale lembrar que, hoje em dia, os modelos mais modernos de roupas de compressão são anatomicamente confeccionados para oferecer não apenas sustentação, mas também conforto ao corpo que está em processo de recuperação. Alimentação balanceada A alimentação não está atrelada apenas à boa forma. Adotar um cardápio saudável ajuda na recuperação do organismo, dos tecidos, da cicatrização e do retorno à uma vida ativa mais rapidamente. Os alimentos ricos em vitamina A, vitamina C e vitamina E, por exemplo, são ricos em antioxidantes, que, por sua vez, combatem os efeitos dos radicais livres – que são nocivos ao organismo e promovem o envelhecimento celular. Além disso, os alimentos com essas vitaminas oferecem colágeno – proteína fundamental para a regeneração dos tecidos e para a firmeza da pele. Alguns alimentos com essas propriedades incluem cenoura, abóbora, batata doce, manga, ovo, laranja, morango, kiwi, acerola, abacaxi, dentre outras. Já os alimentos ricos em vitaminas do complexo B, como aveia, azeite de oliva extra virgem, nozes e abacate melhoram o funcionamento das enzimas, produção de glóbulos vermelhos e melhora o metabolismo proteico. Todos esses fatores contribuem para a recuperação pós-cirúrgica. Atenção: evite ao máximo o consumo de sal e de alimentos industrializados (pois são cheios de sódio), o que acentua ainda mais o inchaço. Evite exposição solar Normalmente recomenda-se ao paciente que espere cerca de 30 dias até expor a região operada ao sol e, mesmo após esse período, aplique e reaplique no intervalo indicado protetor solar. Essa prescrição se deve ao fato de que a exposição aos raios ultravioletas aumenta as chances de formar cicatriz no local da incisão. Por sua vez, isso ocorre porque após a cirurgia, nos três meses seguintes, a produção de melanina é mais intensa, e os cuidados devem ser ainda mais intensos. Via de regra, recomenda-se que não se tome sol diretamente na cicatriz até sua maturação (quando ela desincha e perde a coloração avermelhada, adquirindo coloração próxima ao tom da pele). Não fume no primeiro mês de pós-operatório Que o tabagismo faz mal em qualquer circunstância, todos sabem, principalmente a longo prazo. Mas no período de recuperação pós-cirúrgica a prática é ainda mais nociva. Isso porque ao fumar, o paciente está tragando e alojando as toxinas contidas no cigarro. Isso faz com que o processo de cicatrização retarde e, desse modo, a possibilidade de micro-organismos se alojarem no local é a maior – o que pode levar a uma perigosa infecção. Essas infecções podem ser difíceis de manejar e irá requerer uso de antibióticos, uma situação que pode ser evitada eliminando o tabagismo, ao menos durante a recuperação. Seguir prescrições médicas Como mencionado, cada tipo de cirurgia irá requerer cuidados específicos além dos cuidados mais genéricos. Uma cirurgia plástica terá alguns cuidados distintos de uma cirurgia cardíaca, por exemplo. Desse modo, além dos cuidados elencados nos tópicos acima, é imprescindível que o paciente siga cuidadosamente as orientações prescritas pelo médico, assim como os medicamentos adequados. Isso inclui não trocar ou eliminar medicamentos da sua rotina pós-cirúrgica sem o conhecimento do médico, afinal, a etapa medicamentosa muitas vezes é uma parte importante do tratamento. Acontece que, algumas vezes, os médicos prescrevem o uso de analgésicos enquanto ou se o paciente sentir dor. Nesses casos, o uso de tais remédios está atrelado à decisão e ao desconforto do paciente. Não se esqueça que o médico conhece as características de sua condição

eliminar fibrose após cirurgia plástica

Como eliminar fibrose após cirurgia plástica?

Se você está tentando descobrir como eliminar fibrose após cirurgia plástica está no post certo. Obviamente, realizar um procedimento estético é um sonho, mas, caso os cuidados após o procedimento não sejam adequados, podem trazer certos incômodos. Os mais comuns são: retenção de líquido e formação de fibrose.  Para que os resultados da sua cirurgia sejam perfeitos, hoje você vai descobrir na íntegra como eliminar fibrose após cirurgia plástica. Fique com a gente e saiba tudo! O que é fibrose? A fibrose é temida por quem realiza uma cirurgia plástica, principalmente a lipoaspiração. Em suma, a fibrose é uma “cicatriz interna” pós-operatória. É um tecido composto principalmente por colágeno, utilizado pelo organismo para cicatrizar lesões.  Está presente em todos os pequenos orifícios que a lipoaspiração faz na gordura, entre a pele e o músculo. Mas isso também pode ocorrer em diversas cirurgias.  A fibrose cicatricial pós-operatória pode causar irregularidades, endurecimento intenso, nodulações, retrações de pele e até dores.  Não é perceptível nas primeiras duas semanas, mas geralmente é visível e sentido após 14 dias, e pode piorar durante os primeiros três meses.  Entre 6 meses e um ano de operação, tende a amolecer, mas pode deixar sequelas.   Quais cirurgias podem causar fibrose? Antes de descobrir como eliminar fibrose após cirurgia plástica, saiba que, infelizmente, qualquer procedimento cirúrgico que gere algum tipo de lesão, bem como dano tecidual ou trauma, pode desencadear a fibrose. Isso também é bastante comum principalmente em pessoas que têm a pele muito grossa. Como eliminar a fibrose após cirurgia plástica? Mesmo se presente, a fibrose nos estágios iniciais (14 a 21 dias da cirurgia) é muito mais fácil de tratar e resolver do que a fibrose antiga, que já está endurecida e espessada.  Quanto mais cedo for tratado, maiores serão as chances de sucesso.  A infusão de dióxido de carbono (terapia de CO2 ou carboxiterapia) na fibrose cicatricial pós-operatória sob a pele também ajuda na cura.  Ao melhorar a circulação e alongar a fibrose, o dióxido de carbono permite a reabsorção e laceração da cicatriz. Diante de tudo isso, pode-se concluir que a fibrose cicatricial pós-operatória, embora inevitável, muitas vezes pode ser modulada e, portanto, o diagnóstico deve ser precoce, tornando o acompanhamento pós-operatório essencial. Contudo, a forma mais comum de eliminar a fibrose após cirurgia plástica é através da drenagem linfática. Por que a drenagem linfática é tão eficaz para tratar fibrose? A drenagem linfática é essencial em cirurgias para minimizar o acúmulo de líquido nos tecidos e nos espaços entre a pele e o músculo.  Quanto mais líquido for retido, maior será a cicatriz para cobrir o espaço entre os tecidos, ou seja, maior será a fibrose cicatricial pós-operatória. A drenagem linfática evita justamente isso, ela evita que o líquido fique retido, portanto, o método mais econômico e eficaz de evitar que a fibrose interfira nos resultados positivos da sua cirurgia. Conclusão É de suma importância que você faça a drenagem linfática para reduzir os riscos de cicatriz feia e indesejada. Portanto, realizar o procedimento é um complemento da cirurgia plástica para que você se olhe no espelho e se sinta linda como o desejado. Dessa forma, os cuidados pós-operatórios são importantes, tá? Não negligencie isso achando que seu corpo tem uma boa cicatrização, jamais!  O que achou deste conteúdo? Ficou alguma dúvida? Entre em contato ou agende uma consulta!

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