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Dr. Hélio Nobre

Você sabe o que é o efeito Rippling?

Qualquer cirurgia, seja estética ou reparadora pode ter complicações pós-operatórias. O Rippling não é considerado uma complicação grave, que gere dor ou incômodo físico, mas seu surgimento pode causar insatisfação na aparência da mama. Você precisa saber que ele não é percebido com facilidade pelas pessoas, somente em casos muito graves (que são raros) ele é notado por terceiros. Apesar de não ser uma condição comum, vamos esclarecer algumas dúvidas importantes para que você fique mais tranquila antes da cirurgia.  O que é rippling? Trata-se do surgimento de ondulações, dobras ou enrugamentos da pele que fica em volta do silicone. Esse efeito fica ainda mais visível quando a paciente inclina-se para a frente, como se fosse abaixar, evidenciando a presença da prótese mamária. O rippling pode aparecer em qualquer parte do seio. No entanto, ele é mais frequente nas laterais. Quais são as mulheres mais suscetíveis a isso? As mulheres mais magras, com pouco tecido mamário, com pele flácida e com implantes mais antigos. Qual é a causa do rippling? Insuficiência de tecido mamário, gordura ou pele muito fina Posição inadequada da prótese de silicone Próteses de tamanho exagerado Implantes muito antigos   Como prevenir esse problema? O rippling não é uma complicação frequente. Ele acontece com poucas mulheres, especialmente quando o uso da técnica foi adequado. No entanto, caso isso aconteça, não precisa se preocupar. Não há nenhuma consequência que afete sua saúde, como dores, inflamações etc. Porém, quando se faz a mamoplastia de aumento é possível fazer a correção estética do rippling de forma simples. O procedimento se chama lipofilling, que se parece bastante com uma lipoescultura. O médico retira gordura de outra parte do corpo da paciente (abdômen, culote, coxas) e injeta na lateral do seio. Assim, a área que recebeu o enxerto ficará mais espessa e conseguirá cobrir devidamente a prótese. Em último caso, o médico pode recomendar a retirada da prótese e a colocação de um novo implante mamário atrás do músculo. Porém, isso é muito raro.  

Hábitos que prejudicam seu pós operatório

Hábitos ruins comprometem a recuperação e a obtenção de melhores resultados estéticos após a cirurgia plástica. Os cuidados no pós-operatório são essenciais para que a recuperação seja adequada após uma cirurgia plástica ou qualquer outro procedimento invasivo. Esquecer os cuidados após a operação são esquecidos é um erro que pode gerar uma série de consequências ao paciente.    Fatores como uma rotina alimentar ruim, ausência de atividade física regular, excesso de exposição ao sol, consumo frequente de bebidas alcoólicas e cigarro, e estresse causam desequilíbrios no organismo, e isso se reflete do lado de fora. A cirurgia plástica, em seus processos de análises, considerações e decisões, possui um ponto que é determinante para o sucesso do procedimento: escolher submeter-se a uma operação significa concordar em mudar todo o estilo de vida depois dela, caso seja necessário. Assim, realizar uma cirurgia ou procedimento para melhorar sua aparência requer vivenciar o período pós-operatório com seriedade e se comprometer a manter hábitos saudáveis, a fim de manter os resultados obtidos.   Hábitos não saudáveis no pós-operatório Má alimentação: A alimentação adequada prepara o corpo para uma boa recuperação pós-operatória. A cicatrização pode ser mais rápida e adequada se a absorção e o consumo de proteínas forem satisfatórios, a presença de complicações como infecção e trombose de membros inferiores é menor em quem está dentro da faixa de peso adequada. Por isso, os cuidados alimentares devem ser iniciados, pelo menos, três meses antes do procedimento cirúrgico.   Sedentarismo: O sedentarismo é caracterizado pela falta de atividades físicas regulares. No entanto, elas são muito importantes para a manutenção do peso e para o bom funcionamento cardiovascular e respiratório. O paciente que se submete a uma cirurgia plástica não pode retomar a prática de exercícios durante o repouso, mas quando as atividades não são realizadas previamente é mais fácil ganhar peso durante o período de recuperação.  Tabagismo: O tabaco é uma das substâncias mais prejudiciais durante a recuperação de uma cirurgia plástica, tanto que a recomendação é que esse hábito seja interrompido meses antes da realização da operação.  O problema se deve a algumas substâncias presentes no cigarro que prejudicam a circulação do sangue na pele, comprometendo o processo de cicatrização. Além disso, o tabaco afeta também o sistema respiratório, podendo causar tromboses e complicações graves nesse período.    Consumo de bebidas alcoólicas: Durante o período posterior à cirurgia plástica, o paciente deve evitar o consumo de bebidas alcoólicas por, pelo menos, 30 dias. Esse tempo se aplica especialmente durante o uso de medicamentos. Esse hábito pode ser extremamente prejudicial, podendo causar uma série de efeitos colaterais, como: interferir no efeito das medicações, debilitar e desidratar o corpo, reduzir a imunidade, causar irritações na mucosa da boca e no sistema digestivo, aumentar o inchaço e até aumentar o risco de sangramentos.  Descuido com a pele: Após a realização de uma cirurgia também pode ser prejudicial para as cicatrizes e para os resultados dos procedimentos minimamente invasivos na face. Assim, a proteção solar e a hidratação adequada atuam como coadjuvantes nos resultados da cirurgia plástica.   A obtenção de satisfação com as cirurgias plásticas depende de um esforço coletivo de médico e paciente. O cirurgião plástico empenha-se no diagnóstico, planejamento e execução, mas a durabilidade dos resultados depende de o paciente adotar hábitos saudáveis para manter o que foi conquistado.  

Pode fazer a mamografia mesmo tendo a prótese de silicone?

A mamografia é um exame de imagem feito para visualizar a região interna das mamas, ou seja, o tecido mamário, com o objetivo de identificar alterações que sejam sugestivas de câncer de mama, principalmente. Este exame é normalmente indicado para mulheres a partir dos 40 anos, no entanto mulheres com 35 anos que possuem histórico de câncer de mama na família também devem fazer a mamografia. A mamografia para mulheres com prótese pode ser realizada normalmente. Contudo, alguns cuidados devem ser tomados no momento do exame de mamografia para resultados mais precisos, e para evitar qualquer dano à prótese. É importante que o exame seja feito em local confiável, por profissionais qualificados e ajuste adequado dos equipamentos.   Você também deve avisar ao técnico que vai realizar o exame sobre as próteses. Porque, durante a mamografia para quem tem prótese de silicone, o técnico pode pedir o deslocamento dos implantes para obter melhores resultados. Esse deslocamento é feito da seguinte forma: o técnico empurra a prótese para fora do campo de imagem, de forma que só o tecido mamário seja radiografado. O procedimento deve ser feito com cuidado e pode ser doloroso se você tiver muitas cicatrizes da colocação do silicone. A mamografia para quem tem prótese de silicone é feita de maneira diferente das mulheres que não possuem. Existem duas maneiras para a colocação do implante mamário, uma é atrás da glândula mamária e a outra é atrás do músculo peitoral. Quem decide como implantar é o médico dependendo de como quer deixar os resultados na paciente, agora para a facilitação da mamografia os implantes colocados atrás do músculo peitoral possibilitam melhor deslocamento para a exposição completa da glândula mamária ao se realizar a mamografia. Cuidados no momento do exame de mamografia: A Manobra de Eklung Para diminuir a influência do silicone na visualização do tecido da mama, o técnico responsável pelo exame de mamografia pode aplicar a Manobra de Eklund. O procedimento consiste em deslocar a prótese para fora do campo da imagem, distribuindo somente o tecido mamário no suporte para ser radiografado. Existem, no entanto, restrições para aplicação da manobra, tais como próteses endurecidas, que não podem ser comprimidas, aderidas ao parênquima mamário ou quando o procedimento for doloroso. A posição do implante mamário A inserção do implante pode ser realizada atrás do músculo peitoral ou da glândula mamária. É o cirurgião plástico quem define a posição da prótese de silicone, visando o resultado estético esperado e considerando as características anatômicas da paciente. A posição da prótese mamária de silicone pode afetar o deslocamento feito na Manobra de Eklund. “Do ponto de vista radiológico, os implantes colocados atrás do músculo peitoral são os que possibilitam melhor deslocamento posterior com exposição completa da glândula mamária para a realização da mamografia” explica a Dra. Silvia Sabino, médica radiologista do Departamento de Prevenção do Hospital de Câncer de Barretos ao GE Reports Brasil. A pressão do mamógrafo É importante que o aparelho de mamografia seja ajustado para exercer menor pressão sobre as mamas, para evitar expor as pacientes ao risco de ruptura da prótese.  

Alimentos fundamentais para uma boa recuperação pós-cirurgia

Não é só de medicamento que se faz um bom pós-operatório. Os alimentos têm papel fundamental no pós-operatório após a realização de uma cirurgia plástica. Além do repouso, das sessões de drenagem linfática e uso correto das malhas de compressão, durante o período de pós-operatório é fundamental adotar uma alimentação adequada, que contribuirá ativamente no processo de cicatrização pós-cirúrgico e garantir o efeito desejado. Opte por alimentos leves, nesse momento de recuperação. Porque ao processar esses alimentos o corpo foca a energia na recuperação de tecidos e não na digestão do alimento. Além disso, alimentos ricos em proteínas e fatores cicatrizantes também são indicados no pós-operatório. A vitamina C, fortalece o sistema imunológico e protege o corpo contra doenças neste período em que está mais fragilizado. É importante dizer que a dieta é fundamental para a produção de colágeno, substância responsável pela firmeza da pele e pela cicatrização cutânea.   Alimentos que ajudam no processo de cicatrização: Proteínas: ajudam na reconstituição de tecidos necessários para a cicatrização. Exemplo: carne magra, ovo, peixe, gelatina, leite e derivados, amêndoas, soja, grão de bico. Ômega 3: reduz a inflamação, otimizando a cicatrização. Exemplo: sardinha, salmão, atum, nozes, sementes de chia. Frutas cicatrizantes: importante na formação do colágeno, que ajuda na firmeza da pele e na boa cicatrização das suturas. Exemplo: laranja, morango, abacaxi ou kiwi. Ferro: ajuda a manter as células do sangue saudáveis, que são importantes para levar os nutrientes ao local da ferida. Exemplo: fígado, espinafre, gema de ovo, ervilha ou lentilha. Valina: melhora a qualidade de regeneração dos tecidos. Exemplo: castanha de caju, castanha-do-pará, amêndoas. Vitamina A: auxilia na formação dos tecidos epitelial e ósseo, além de estimular a função imunológica do corpo. Exemplo: couve, espinafre, cenoura, abóbora, tomate, manga, beterraba. Vitamina C: auxilia na função imunológica e atua como um antioxidante tecidual, bloqueando os efeitos nocivos dos radicais livres no organismo. Exemplo: pimentão, frutas cítricas, tomate e suco de tomate, espinafre, brócolis, couve, salsa, couve de bruxelas e couve-flor. Vitamina E: melhora a qualidade da pele em cicatrização. Exemplo: sementes de girassol, avelã ou amendoim. Vitamina K: ajuda na coagulação sanguínea, diminuindo os riscos de hemorragia e facilitando a cicatrização. Exemplo: Brócolis, aspargo ou espinafre. Fibras: ajudam a estabilizar os processos digestivos e reduzem o risco de constipação, um efeito colateral relativamente comum após uma cirurgia. Exemplo: pães integrais, frutas, legumes, feijões e certos cereais ricos em fibras. Água: após uma cirurgia, geralmente é bom beber bastante líquido. Além de ser indispensável para a manutenção da saúde e para o funcionamento dos órgãos, a água diminui os inchaços que podem acontecer por conta da retenção de líquido no pós-operatório. A bebida ainda melhora o funcionamento dos rins que, provavelmente, estarão sobrecarregados com o uso de anti-inflamatórios. Alimentos que devem ser evitados: Frituras: os alimentos ricos em gordura não favorecem a resposta imunológica do organismo, já que demandam uma digestão mais demorada. Além disso, a gordura desempenha um papel inflamatório, tudo que seu corpo não precisa neste momento. Alimentos industrializados: os ultraprocessados também não são indicados, justamente porque também contribuem para a inflamação do corpo. Acontece que muitos deles possuem gordura trans, que causa inflamação nas artérias. Doces e açúcar refinado: a absorção do açúcar acaba provocando um processo inflamatório dentro das células. Seu consumo também é relacionado à resistência à insulina, processo em que os tecidos precisam de mais desse hormônio para colocar o açúcar dentro das células. Sem contar que doces em quantidades exageradas provocam inflamação local no intestino.

Doença do silicone: o que é, sintomas e tratamento

Doença do silicone é um termo utilizado para descrever alguns sintomas que podem surgir em pessoas com próteses mamárias de silicone, como dor nas articulações, queda de cabelo, alterações psicológicas e cansaço excessivo, por exemplo. Apesar da doença de silicone ser normalmente referida como sinônimo da síndrome ASIA, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica esclarece que são situações diferentes, até porque a doença do silicone não é considerada uma doença, mas sim um conjunto de sintomas.   A doença do silicone e a síndrome ASIA estão ganhando evidência nos últimos anos: os dois diagnósticos podem acometer mulheres que optaram por próteses de silicone e trazem uma série de sintomas e prejuízos ao organismo. Após consulta com um médico especializado, o explante de silicone – cirurgia de retirada das próteses – se torna uma opção para muitas.   Principais sintomas A doença do silicone pode levar ao aparecimento de alguns sintomas que podem surgir entre 3 dias e 30 anos após a colocação da prótese, sendo os principais: Fadiga; Depressão; Alteração do sono; Boca seca; Alteração do funcionamento intestinal; Dor articular; Queda de cabelo. O diagnóstico deve ser feito pelo cirurgião plástico apenas por meio da avaliação dos sinais e sintomas apresentados pela pessoa, isso porque não existem alterações laboratoriais e radiológicas que sejam indicativas da doença do silicone.   O que é síndrome ASIA? A síndrome ASIA é uma alteração autoimune que pode ser desencadeada por adjuvantes, ou seja, substâncias “estranhas” para o organismo que podem resultar em um processo inflamatório crônico em pessoas que já possuem predisposição para doenças autoimunes. Dentre os adjuvantes que podem favorecer o desenvolvimento dessa síndrome estão o silicone, hidróxido de alumínio, mercúrio, óleo mineral e titânio, por exemplo. Então deve-se retirar a prótese pensando na prevenção ou no controle dos sintomas? O explante, ou seja, a retirada do silicone, não garante que as queixas relatadas irão desaparecer.    Uma boa avaliação especializada por um médico faz diferença na hora de se decidir por retirar ou não uma prótese mamária. É importante alertar que pacientes com doença autoimune ou histórico familiar do problema têm maior risco de desenvolver a ASIA. 

VOCÊ CONHECE A TÉCNICA DO SUTIÃ INTERNO?

É um procedimento que pode ser associado à mamoplastia ou ser feito isoladamente, garantindo sustentação e firmeza às mamas. Diversos procedimentos estéticos têm sido desenvolvidos para proporcionar uma estética mais satisfatória às mulheres, promovendo bem-estar e autoestima. Essa técnica foi desenvolvida há mais de 25 anos, mas passou por mudanças com uso de recursos médicos mais seguros e confiáveis, tornando-se uma opção mais frequente entre as pacientes.   O que é o Sutiã Interno afinal? Bom, Sutiã Interno é uma técnica mais refinada para dar sustentação na prótese mamária a mamoplastia de aumento, é um reforço a mais na sustentação da prótese deixando-a com um perfil um pouco mais elevado e garantindo que ela não caia ou ceda precocemente. Como funciona o Sutiã Interno? A técnica consiste em colocar a prótese de silicone em apoio a uma parte da fáscia (tecido conjuntivo denso que envolve os músculos, ossos, os vasos sanguíneos e os nervos) formando uma “bolsinha” onde a prótese pode ser inserida e ficar repousando, assim, evitando ao máximo que o peso da mesma ceda deixando os seios caídos. Mas, para quem é indicado? O sutiã interno é indicado para mulheres que pretendem colocar prótese de silicone com uma segurança maior de sustentação e durabilidade. Quando deve ser utilizado o sutiã interno? A técnica pode ser utilizada tanto na mamoplastia quanto na mastopexia com prótese, para garantir uma sustentabilidade, duração e resultados mais satisfatórios para a paciente. O sutiã Interno pode ser feito na mamoplastia e mastopexia sem prótese? Não, essa técnica é indicada apenas em casos de utilização da prótese de silicone, justamente pelo objetivo da técnica ser reforçar a sustentação da prótese garantindo um melhor e mais duradouro resultado para o procedimento. Bom, agora que já conhece o sutiã interno é importante lembrar que os resultados não serão milagrosos, mas sim muito satisfatórios.   Aqui na clínica Dr. Hélio Nobre, realizamos a técnica ideal para você, faça agora mesmo sua avaliação conosco e saiba qual procedimento deve realizar. 

Explante Mamário: Como funciona a cirurgia de retirada de silicone.

Muitas mulheres sonham com a colocação de prótese mamária, contudo, cresce cada vez mais a busca por pessoas interessadas em fazer a cirurgia de retirada de silicone, também chamada de “explante de silicone”. O explante mamário é um procedimento que está sendo aderido por muitas mulheres e os motivos são diversos. Você já ouviu falar em cirurgia de explante mamário? Separamos neste post algumas dicas e informações para você que está pensando em realizar este procedimento.   O que é o explante de silicone?  Explante mamário nada mais é que a cirurgia de retirada das próteses mamárias previamente colocadas cirurgicamente. A opção de se realizar o explante mamário pode ser uma decisão tanto da própria paciente quanto por indicação médica. O implante pode ocasionar desconforto ao longo do tempo, até mesmo problemas atrelados à saúde, como queda de cabelo, dores na região do implante, cansaço extremo, etc.   Por que retirar o silicone? Antes a retirada ou troca do implante era a cada 10 anos. Com a evolução tecnológica das próteses, somente se faz necessária a cirurgia se houver complicações, como seroma tardio, contratura capsular, mastite, processo autoimune (Síndrome ASIA) ou, mais raramente, desenvolvimento de Linfoma Anaplásico de Células Grandes (BIA-ALCL). O receio quanto a estas questões de saúde figura como o principal motivo pela escolha do explante. A prótese também pode ser retirada quando ocorre um rompimento da mesma ou se há qualquer reação do sistema imunológico àquele material sintético. Por isso é de suma importância ir a todas as consultas com o cirurgião plástico para identificar qualquer problema precocemente. Outro importante ponto é a possibilidade de haver a manutenção dos sintomas atrelados à doença do silicone, mesmo após o explante. Por isso, recomenda-se sempre o acompanhamento especializado periodicamente de modo a minimizar possíveis intercorrências mais graves.   Como funciona a cirurgia de retirada de silicone? Em alguns casos o explante de silicone pode ser realizado na mesma superfície onde a prótese mamária foi inserida, isto é, as pacientes não precisam passar por novos cortes ou cicatrizes. É importante deixar claro que qualquer situação será avaliada pelo médico cirurgião, bem como as necessidades de cada paciente. Como ficam as mamas após o explante de silicone? A flacidez mamária pode ocorrer em algumas pacientes. Nesse caso, pode realizar a remoção da pele, assim como realizar também a correção da ptose (caimento das mamas). E existem cirurgias que podem ser feitas nessa situação, como: Mastopexia (é a cirurgia plástica projetada para remodelar mamas caídas) e Mamoplastia Redutora (levanta as mamas). Falamos sobre a diferença desses procedimentos nesse post.    Venha fazer uma avaliação, tirar todas as dúvidas. Entre em contato e agende a sua consulta. Estamos te esperando!

Seu corpo depois do parto não voltou a ser como antes?

A gestação é um momento especial para a mulher. Mas o corpo muda, e muito!  Recuperar-se do ganho de peso, aumento do abdome e do aumento das mamas depois da gravidez, não é uma tarefa fácil. Mas a maior queixa entre as mulheres é que, apesar da dieta e exercícios físicos, seu corpo não volta a ser o mesmo de antes da gestação. Em alguns casos, o volume aumentado do abdome pode estar associado à diástase. Essa distensão muscular ocorre em toda gestação para abrir espaço para o bebê,mas afeta mais o corpo de algumas mulheres. Quase todas voltam ao normal, mas algumas vão precisar recorrer à cirurgia.    Diástase abdominal A diástase abdominal é o afastamento dos músculos abdominais e do tecido conjuntivo que geralmente acontece durante a gravidez, sendo a principal causa de flacidez abdominal e dor lombar no pós-parto. Este afastamento é causado pelo excesso da pressão intra-abdominal, por ganho excessivo de peso ou gestação. Neste caso, é normal que durante a gravidez os músculos abdominais se afastem para comportar o bebê. Esta condição pode ser percebida através de sintomas físicos e estéticos, de acordo com o grau de afastamento. Os sintomas estéticos podem ser o aspecto de barriga inchada, flacidez e ausência de demarcação na região da cintura. Já os sintomas físicos são dores na coluna, incontinência urinária e constipação intestinal. Estes sintomas estão presentes e são mais nítidos em casos em que existe um afastamento maior. A cirurgia de diástase é uma das formas utilizadas para realizar a correção desta patologia. E, além de uma melhora estética, a cirurgia também pode acabar com as dores lombares.     Abdominoplastia A abdominoplastia está entre as cirurgias mais realizadas no pós parto, por ser um procedimento cirúrgico indicado para o remodelamento da região do abdome, corrigindo a flacidez e o excesso de pele na região. Muitos acreditam que a abdominoplastia pode resolver problemas de obesidade, porém este é mais um mito da estética. Este tipo de procedimento serve para o remodelamento da região do abdômen, corrigindo a flacidez e o excesso de pele na região. Mamoplastia/Mastopexia A distensão na pele das mamas, provocada pelo ganho de volume devido à produção de leite, é um dos fatores que provoca o excesso de tecido cutâneo após a gravidez. A mastopexia é a cirurgia plástica projetada para remodelar mamas caídas. A cirurgia também chamada de lifting de mama muda a aparência dos seios, elevando-os e reposicionando a aréola para uma posição ideal. As alterações na forma e na firmeza da mama geralmente ocorrem devido a gravidez, perda de peso ou envelhecimento. Além de simplesmente “levantar” os seios, a Mastopexia realiza outros objetivos para tornar os seios mais bonitos. O procedimento é projetado para fazer com que as mamas pareçam mais redondas e firmes. A cirurgia plástica é uma das melhores alternativas para ajudar a mulher a recuperar a sua autoestima depois da gravidez, mas sempre com um acompanhamento médico adequado. Entre em contato e agende a sua consulta. A cirurgia plástica é uma das melhores alternativas para ajudar a mulher a recuperar a sua autoestima depois da gravidez, mas sempre com um acompanhamento médico adequado. Entre em contato e agende a sua consulta.

O que você precisa saber sobre a Lipo HD/LAD!

Na procura pelo corpo perfeito, muitas pessoas buscam tratamentos em diversos procedimentos estéticos e cosméticos. Atualmente, existem várias cirurgias estéticas que oferecem soluções cada vez mais inovadoras, especialmente para região abdominal, como é o caso da lipoaspiração HD/LAD. Essa é uma técnica bastante aplicada e tem por objetivo tornar o abdômen de homens e mulheres mais bem definidos. De modo geral, sua principal diferença para os modelos convencionais da lipoaspiração está diretamente relacionada a finalidade e quantidade de tecido gorduroso aspirado. Isso porque, enquanto a lipo tradicional visa remover maiores volumes de gordura presente em locais indesejados como pernas, braços, costas, glúteos e abdômen, a Lipo HD é direcionada para pacientes que não tem tanta gordura corporal em excesso, porém, não conseguem a definição muscular por meio de exercícios físicos. A camada mais superficial é aspirada, produzindo irregularidades dessa camada de forma proposital em locais bem pontuais, fazendo um jogo de sombras e luzes com o objetivo de evidenciar de forma natural a musculatura abdominal já existente no paciente.     Diferença entre Lipoaspiração normal e Lipo HD Tanto na Lipoaspiração convencional quanto na Lipo HD a sucção de gordura é feita. No entanto, a grande diferença das duas é que, depois de retirada a gordura, a Lipo HD esculpe os músculos, causando uma maior definição e visual atlético.     Tipos de Lipo HD/LAD Existem três tipos de Lipo HD: a Lipo de baixa, média e de alta definição. Quanto mais baixa for a definição, menos marcado ficará a retirada de gordura no corpo da paciente. Geralmente, quem deseja o abdômen trincado escolhe a Lipo de alta definição. Já uma paciente que busca uma barriga levemente marcada, escolhe uma Lipo de baixa definição.  Essa decisão deve ser conversada junto ao cirurgião plástico. Havendo ainda a possibilidade dele indicar outra cirurgia para as pacientes que desejam o corpo menos marcado, como lipoaspiração comum.    Para quem o procedimento é indicado? O procedimento é indicado tanto para homens quanto para mulheres que desejam obter um corpo definido, como a famosa “barriga tanquinho”. O quadro ideal é de pacientes que estejam próximos ao seu peso ideal, mas que mesmo com academia e alimentação correta, não conseguem eliminar a gordura para destacar os músculos. No entanto, outros casos também podem ser avaliados e trabalhados pelos profissionais da área, uma vez que o procedimento melhora o contorno corporal mesmo que o paciente não seja pertencente ao quadro ideal.   Vamos realizar o seu sonho? Deixe a gente cuidar da sua autoestima.  Realize o seu sonho com segurança!

Mamoplastia Redutora e Mastopexia: Entenda qual é a diferença!

Você sabe qual a diferença entre a Mamoplastia Redutora e a Mastopexia? Estão dentre as cirurgias mais comuns de mama. Mas qual escolher? Continue conosco para obter as respostas e fazer a escolha correta para o seu procedimento!   Mamoplastia redutora A mamoplastia redutora tem o objetivo de reduzir o tamanho das mamas. É uma cirurgia para diminuir o tamanho e o volume das mamas, a mamoplastia é indicada para pessoas com mamas muito grandes ou seios flácidos e pendentes. Muitas vezes, o peso da mama pode causar dores na coluna, distúrbios na postura e baixa autoestima.   Para quem é indicada a Mamoplastia redutora? Esta cirurgia é indicada para mulheres que possuem naturalmente os seios volumosos e pesados, prejudicando não só a estética do corpo, como também a saúde. O peso excessivo das mamas pode provocar dores nas costas, ombros e pescoço, além de causar danos à postura, favorecendo o desenvolvimento de problemas de coluna.    Mastopexia Também conhecida como cirurgia de lifting de mama. Ela reposiciona a aréola e o tecido mamário, removendo o excesso de pele e comprimindo o tecido. Desta forma, confere um novo contorno à mama, deixando-a mais firme e natural. A mastopexia clássica não altera o tamanho dos seios, podendo ser utilizadas próteses de silicone quando isso for necessário.  As alterações na forma e na firmeza da mama geralmente ocorrem devido a gravidez, perda de peso ou envelhecimento. Além de simplesmente “levantar” os seios, a Mastopexia realiza outros objetivos para tornar os seios mais bonitos. O procedimento é projetado para fazer com que as mamas pareçam mais redondas e firmes. Para quem é indicada a Mastopexia? Se você tiver alguma das seguintes queixas em relação à suas mamas, você pode se beneficiar da mastopexia: Você está interessada em corrigir seios flácidos e caídos Você precisa de seios “mais firmes”  Você tem um formato de mamas alongadas, ainda com os mamilos apontando para frente, e quer que elas sejam mais “redondas” Seus mamilos apontam para baixo   Agora que você já sabe quando são indicados esses dois procedimentos, que tal agendar uma consulta?

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