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Dicas

Como prevenir a trombose e embolia pulmonar na cirurgia plástica

A cirurgia plástica é uma disciplina médica que busca aprimorar a estética e a autoestima dos pacientes, permitindo-lhes alcançar a imagem desejada. No entanto, por trás da busca pela beleza, há considerações críticas de segurança que os cirurgiões plásticos devem enfrentar. Entre os desafios mais importantes está a prevenção de complicações vasculares, como a trombose venosa profunda (TVP) e a embolia pulmonar (EP). Estas condições representam riscos para os pacientes submetidos a procedimentos cirúrgicos, demandando uma abordagem abrangente para minimizar seu potencial impacto. A TVP é caracterizada pela formação de coágulos sanguíneos, conhecidos como trombos, nas veias profundas do corpo, frequentemente nas extremidades inferiores, como as pernas. Já a EP ocorre quando um coágulo, geralmente originado de uma TVP, se desprende e viaja através da corrente sanguínea até os pulmões, onde pode bloquear as artérias pulmonares. Tanto a TVP quanto a EP são complicações vasculares graves, mas diferem em suas origens e consequências. Para prevenir a trombose depois de uma cirurgia, o médico poderá indicar: Caminhar assim que possível. Calçar meia elástica. Elevar as pernas. Utilizar remédios anticoagulantes. Fazer massagem nas pernas. Entre os procedimentos de cirurgia plástica, os que apresentam maior risco para essas complicações são aqueles que envolvem descolamentos extensos, como a abdominoplastia. Além disso, fatores como idade avançada, obesidade, tabagismo, uso de anticoncepcionais orais e histórico pessoal ou familiar de trombose venosa profunda ou embolia pulmonar podem aumentar o risco de complicações vasculares. Para minimizar o risco de trombose e embolia pulmonar na cirurgia plástica, é importante seguir as recomendações do médico e adotar um estilo de vida saudável antes e depois do procedimento. Além disso, é fundamental escolher um cirurgião plástico experiente e qualificado, que possa orientar o paciente sobre os riscos e benefícios do procedimento e garantir a segurança do paciente em todas as etapas do processo. Além das medidas mencionadas anteriormente, existem outras técnicas que podem ser utilizadas para prevenir a trombose e a embolia pulmonar na cirurgia plástica. Algumas delas são: Meia antitrombo: As meias antitrombo são dispositivos elásticos que ajudam a prevenir a formação de coágulos sanguíneos nas pernas. Elas funcionam aplicando pressão nas veias das pernas, o que ajuda a manter o fluxo sanguíneo e reduzir o risco de trombose venosa profunda1 Compressor pneumático: O compressor pneumático é um dispositivo que envolve as pernas e aplica pressão intermitente nas veias, ajudando a prevenir a formação de coágulos sanguíneos23 Uso do ultrassom: O ultrassom é uma técnica não invasiva que que auxilia o cirurgião plástico durante a cirurgia. É importante lembrar que a prevenção da trombose e da embolia pulmonar na cirurgia plástica deve ser abordada de forma abrangente, levando em consideração os fatores de risco individuais de cada paciente e as características específicas do procedimento. Por isso, é fundamental seguir as recomendações do médico e adotar um estilo de vida saudável antes e depois da cirurgia.

O que é fibrose?

O termo fibrose, embora se refira a uma condição muito comum, nem sempre é bem esclarecido. Trata-se da formação de um tecido conjuntivo fibroso como uma resposta reparadora a lesão ou dano. Existem diversas condições que podem levar ao surgimento de fibrose, além de ela poder se apresentar com diferentes características. Nos tópicos abaixo você irá entender melhor o que é fibrose, quais suas principais características e quais as opções de tratamento para fibrose. Tire as suas dúvidas agora mesmo: Principais considerações sobre fibrose A fibrose pode ter duas principais matrizes: a deposição de tecido conjuntivo que ocorre como parte da cicatrização normal ou deposição de tecido em excesso que ocorre como um processo patológico. Quando a fibrose ocorre em resposta a uma lesão, temos uma cicatriz. Alguns dos principais tipos de fibrose são: Fibrose pulmonar Refere-se a uma série de condições que causam dano pulmonar intersticial seguido por fibrose e, eventualmente, perda de elasticidade do tecido pulmonar. Essas condições levam a sintomas como tosse persistente, dor no peito, dificuldade para respirar e fadiga constante. A fibrose pulmonar pode ocorrer como uma condição secundária em várias outras doenças, mas em muitos casos, a causa subjacente não é clara, utilizando, nesse caso, o termo fibrose pulmonar idiopática. A fibrose pulmonar pode ser dividida nos três seguintes tipos: Fibrose de reposição: ocorre como resposta a danos nos pulmões causados ​​por infarto ou infecção, como pneumonia ou tuberculose. Fibrose focal: manifesta-se como uma resposta à irritação por substâncias que são inaladas e então transportadas para o tecido linfático próximo pelos macrófagos. Doença difusa do parênquima pulmonar (DPPD): ocorre nos casos de alveolite fibrosante, que se manifesta na fibrose pulmonar idiopática. DPLD também ocorre na alveolite alérgica extrínseca, em há uma inflamação difusa do tecido pulmonar como uma resposta à inalação de antígenos de poeira, como pelos de animais. Em muitos casos, a doença subjacente que leva à fibrose pulmonar se desenvolve ao longo de muitos anos. Na prática isso quer dizer que muitas vezes as pessoas desenvolvem a doença mais tarde na vida, com o pico de incidência entre os 50 e 70 anos de idade. Alguns dos fatores de risco para fibrose pulmonar incluem exposição a substâncias ocupacionais que danificam o pulmão; tabagismo; doença do refluxo gastroesofágico e infecções como tuberculose e pneumonia Fibrose pleural A fibrose pleural é o nome da doença em que uma pessoa desenvolve tecido fibroso na pleura (o revestimento da cavidade torácica ao redor dos pulmões). Em condições normais, a pleura é uma membrana mucosa muito flexível, mas quando ocorre a fibrose pleural, essa membrana engrossa e enrijece. A fibrose pleural é geralmente benigna, mas podem ocorrer complicações se generalizar, quando, por exemplo, falta de ar e o “estrangulamento” dos pulmões ocorre. A fibrose pleural geralmente se desenvolve cerca de quinze anos após um curto período de forte exposição a substâncias como o amianto, mas pode ser cumulativa, ou seja: menor exposição por um longo período. Além disso, a fibrose pleural também pode ser causada por processo inflamatório, pneumonia, trauma cirúrgico ou derrame pleural. Fibrose hepática A cirrose se refere ao tecido cicatricial e aos nódulos que substituem o tecido hepático e prejudicam a função do fígado. A condição geralmente é causada por alcoolismo, doença hepática gordurosa não alcoólica, hepatite B ou hepatite C. Para entender essa condição, é importante considerar que o fígado é responsável por várias funções essenciais, como desintoxicar certas substâncias do corpo, produzir nutrientes essenciais e limpar o sangue. No entanto, cada vez que o fígado sofre estresse ou lesão, ele tenta se regenerar e, consequentemente, produz tecido cicatricial no processo. À medida que o tecido cicatricial se acumula, a função hepática piora e, quando a cirrose está avançada, o fígado não funciona mais adequadamente. A cirrose não dá origem a sintomas até que o dano se torne extenso, momento em que pode causar uma ampla gama de sintomas, tais como facilidade para sangrar; fadiga; icterícia; acúmulo de fluido no abdômen; perda repentina de peso; náusea e fala arrastada. Fibrose cardíaca As áreas do coração que foram danificadas devido ao infarto do miocárdio também são áreas sensíveis ao processo de fibrose. A fibrose cardíaca pode afetar as válvulas do coração e o músculo, que se torna rígido e menos complacente, o que pode aumentar o risco de insuficiência cardíaca. Os fibrócitos geralmente secretam colágeno e, portanto, são essenciais para o suporte estrutural do coração. No entanto, quando essas células são superativadas, podem desencadear fibrose. A perda de flexibilidade nas válvulas pode eventualmente causar disfunção valvar e insuficiência cardíaca. Quais são as causas de fibrose? Como você pôde perceber nos tópicos acima, existem diferentes tipos de fibrose, o que, obviamente, indica a existência de diferentes causas para a manifestação dessa condição. Dentre as principais causas, podemos citar a exposição frequente a poluentes ambientais, consumo frequente de alguns medicamentos, algumas doenças do tecido conjuntivo e doenças pulmonares intersticiais. No entanto, na maioria dos casos, a causa não pode ser encontrada. Tratamentos para fibrose O tratamento para fibrose irá depender da condição que a desencadeou. De modo geral, não há tratamento para fibrose pleural e pulmonar. Não há evidências de que qualquer medicamento pode ajudar a doença, uma vez que a cicatriz desenvolvida se torna permanente. No entanto, alguns cuidados paliativos podem incluir o uso de oxigênio para auxiliar na respiração ou corticosteroides ou esteroides inalatórios. Em casos graves, a pleura inteira pode engrossar, tornando-se muito densa e branca, quase como a medula de uma laranja, fazendo com que perca as propriedades elásticas que normalmente permitem que o tecido se expanda facilmente quando os pulmões são inflados. Nesses casos, a pleura lesionada deve ser removida cirurgicamente para que os pulmões possam inflar, devolvendo a capacidade mecânica da respiração. No caso de fibrose pós-cirúrgica, drenagem linfática e tratamento medicamentoso podem ser opções de tratamento. Endossamos que cada paciente deve ter suas especificidades avaliadas por um profissional para que possa conduzir o tratamento mais pertinente.

Hábitos que prejudicam seu pós operatório

Hábitos ruins comprometem a recuperação e a obtenção de melhores resultados estéticos após a cirurgia plástica. Os cuidados no pós-operatório são essenciais para que a recuperação seja adequada após uma cirurgia plástica ou qualquer outro procedimento invasivo. Esquecer os cuidados após a operação são esquecidos é um erro que pode gerar uma série de consequências ao paciente.    Fatores como uma rotina alimentar ruim, ausência de atividade física regular, excesso de exposição ao sol, consumo frequente de bebidas alcoólicas e cigarro, e estresse causam desequilíbrios no organismo, e isso se reflete do lado de fora. A cirurgia plástica, em seus processos de análises, considerações e decisões, possui um ponto que é determinante para o sucesso do procedimento: escolher submeter-se a uma operação significa concordar em mudar todo o estilo de vida depois dela, caso seja necessário. Assim, realizar uma cirurgia ou procedimento para melhorar sua aparência requer vivenciar o período pós-operatório com seriedade e se comprometer a manter hábitos saudáveis, a fim de manter os resultados obtidos.   Hábitos não saudáveis no pós-operatório Má alimentação: A alimentação adequada prepara o corpo para uma boa recuperação pós-operatória. A cicatrização pode ser mais rápida e adequada se a absorção e o consumo de proteínas forem satisfatórios, a presença de complicações como infecção e trombose de membros inferiores é menor em quem está dentro da faixa de peso adequada. Por isso, os cuidados alimentares devem ser iniciados, pelo menos, três meses antes do procedimento cirúrgico.   Sedentarismo: O sedentarismo é caracterizado pela falta de atividades físicas regulares. No entanto, elas são muito importantes para a manutenção do peso e para o bom funcionamento cardiovascular e respiratório. O paciente que se submete a uma cirurgia plástica não pode retomar a prática de exercícios durante o repouso, mas quando as atividades não são realizadas previamente é mais fácil ganhar peso durante o período de recuperação.  Tabagismo: O tabaco é uma das substâncias mais prejudiciais durante a recuperação de uma cirurgia plástica, tanto que a recomendação é que esse hábito seja interrompido meses antes da realização da operação.  O problema se deve a algumas substâncias presentes no cigarro que prejudicam a circulação do sangue na pele, comprometendo o processo de cicatrização. Além disso, o tabaco afeta também o sistema respiratório, podendo causar tromboses e complicações graves nesse período.    Consumo de bebidas alcoólicas: Durante o período posterior à cirurgia plástica, o paciente deve evitar o consumo de bebidas alcoólicas por, pelo menos, 30 dias. Esse tempo se aplica especialmente durante o uso de medicamentos. Esse hábito pode ser extremamente prejudicial, podendo causar uma série de efeitos colaterais, como: interferir no efeito das medicações, debilitar e desidratar o corpo, reduzir a imunidade, causar irritações na mucosa da boca e no sistema digestivo, aumentar o inchaço e até aumentar o risco de sangramentos.  Descuido com a pele: Após a realização de uma cirurgia também pode ser prejudicial para as cicatrizes e para os resultados dos procedimentos minimamente invasivos na face. Assim, a proteção solar e a hidratação adequada atuam como coadjuvantes nos resultados da cirurgia plástica.   A obtenção de satisfação com as cirurgias plásticas depende de um esforço coletivo de médico e paciente. O cirurgião plástico empenha-se no diagnóstico, planejamento e execução, mas a durabilidade dos resultados depende de o paciente adotar hábitos saudáveis para manter o que foi conquistado.  

Pode fazer a mamografia mesmo tendo a prótese de silicone?

A mamografia é um exame de imagem feito para visualizar a região interna das mamas, ou seja, o tecido mamário, com o objetivo de identificar alterações que sejam sugestivas de câncer de mama, principalmente. Este exame é normalmente indicado para mulheres a partir dos 40 anos, no entanto mulheres com 35 anos que possuem histórico de câncer de mama na família também devem fazer a mamografia. A mamografia para mulheres com prótese pode ser realizada normalmente. Contudo, alguns cuidados devem ser tomados no momento do exame de mamografia para resultados mais precisos, e para evitar qualquer dano à prótese. É importante que o exame seja feito em local confiável, por profissionais qualificados e ajuste adequado dos equipamentos.   Você também deve avisar ao técnico que vai realizar o exame sobre as próteses. Porque, durante a mamografia para quem tem prótese de silicone, o técnico pode pedir o deslocamento dos implantes para obter melhores resultados. Esse deslocamento é feito da seguinte forma: o técnico empurra a prótese para fora do campo de imagem, de forma que só o tecido mamário seja radiografado. O procedimento deve ser feito com cuidado e pode ser doloroso se você tiver muitas cicatrizes da colocação do silicone. A mamografia para quem tem prótese de silicone é feita de maneira diferente das mulheres que não possuem. Existem duas maneiras para a colocação do implante mamário, uma é atrás da glândula mamária e a outra é atrás do músculo peitoral. Quem decide como implantar é o médico dependendo de como quer deixar os resultados na paciente, agora para a facilitação da mamografia os implantes colocados atrás do músculo peitoral possibilitam melhor deslocamento para a exposição completa da glândula mamária ao se realizar a mamografia. Cuidados no momento do exame de mamografia: A Manobra de Eklung Para diminuir a influência do silicone na visualização do tecido da mama, o técnico responsável pelo exame de mamografia pode aplicar a Manobra de Eklund. O procedimento consiste em deslocar a prótese para fora do campo da imagem, distribuindo somente o tecido mamário no suporte para ser radiografado. Existem, no entanto, restrições para aplicação da manobra, tais como próteses endurecidas, que não podem ser comprimidas, aderidas ao parênquima mamário ou quando o procedimento for doloroso. A posição do implante mamário A inserção do implante pode ser realizada atrás do músculo peitoral ou da glândula mamária. É o cirurgião plástico quem define a posição da prótese de silicone, visando o resultado estético esperado e considerando as características anatômicas da paciente. A posição da prótese mamária de silicone pode afetar o deslocamento feito na Manobra de Eklund. “Do ponto de vista radiológico, os implantes colocados atrás do músculo peitoral são os que possibilitam melhor deslocamento posterior com exposição completa da glândula mamária para a realização da mamografia” explica a Dra. Silvia Sabino, médica radiologista do Departamento de Prevenção do Hospital de Câncer de Barretos ao GE Reports Brasil. A pressão do mamógrafo É importante que o aparelho de mamografia seja ajustado para exercer menor pressão sobre as mamas, para evitar expor as pacientes ao risco de ruptura da prótese.  

Alimentos fundamentais para uma boa recuperação pós-cirurgia

Não é só de medicamento que se faz um bom pós-operatório. Os alimentos têm papel fundamental no pós-operatório após a realização de uma cirurgia plástica. Além do repouso, das sessões de drenagem linfática e uso correto das malhas de compressão, durante o período de pós-operatório é fundamental adotar uma alimentação adequada, que contribuirá ativamente no processo de cicatrização pós-cirúrgico e garantir o efeito desejado. Opte por alimentos leves, nesse momento de recuperação. Porque ao processar esses alimentos o corpo foca a energia na recuperação de tecidos e não na digestão do alimento. Além disso, alimentos ricos em proteínas e fatores cicatrizantes também são indicados no pós-operatório. A vitamina C, fortalece o sistema imunológico e protege o corpo contra doenças neste período em que está mais fragilizado. É importante dizer que a dieta é fundamental para a produção de colágeno, substância responsável pela firmeza da pele e pela cicatrização cutânea.   Alimentos que ajudam no processo de cicatrização: Proteínas: ajudam na reconstituição de tecidos necessários para a cicatrização. Exemplo: carne magra, ovo, peixe, gelatina, leite e derivados, amêndoas, soja, grão de bico. Ômega 3: reduz a inflamação, otimizando a cicatrização. Exemplo: sardinha, salmão, atum, nozes, sementes de chia. Frutas cicatrizantes: importante na formação do colágeno, que ajuda na firmeza da pele e na boa cicatrização das suturas. Exemplo: laranja, morango, abacaxi ou kiwi. Ferro: ajuda a manter as células do sangue saudáveis, que são importantes para levar os nutrientes ao local da ferida. Exemplo: fígado, espinafre, gema de ovo, ervilha ou lentilha. Valina: melhora a qualidade de regeneração dos tecidos. Exemplo: castanha de caju, castanha-do-pará, amêndoas. Vitamina A: auxilia na formação dos tecidos epitelial e ósseo, além de estimular a função imunológica do corpo. Exemplo: couve, espinafre, cenoura, abóbora, tomate, manga, beterraba. Vitamina C: auxilia na função imunológica e atua como um antioxidante tecidual, bloqueando os efeitos nocivos dos radicais livres no organismo. Exemplo: pimentão, frutas cítricas, tomate e suco de tomate, espinafre, brócolis, couve, salsa, couve de bruxelas e couve-flor. Vitamina E: melhora a qualidade da pele em cicatrização. Exemplo: sementes de girassol, avelã ou amendoim. Vitamina K: ajuda na coagulação sanguínea, diminuindo os riscos de hemorragia e facilitando a cicatrização. Exemplo: Brócolis, aspargo ou espinafre. Fibras: ajudam a estabilizar os processos digestivos e reduzem o risco de constipação, um efeito colateral relativamente comum após uma cirurgia. Exemplo: pães integrais, frutas, legumes, feijões e certos cereais ricos em fibras. Água: após uma cirurgia, geralmente é bom beber bastante líquido. Além de ser indispensável para a manutenção da saúde e para o funcionamento dos órgãos, a água diminui os inchaços que podem acontecer por conta da retenção de líquido no pós-operatório. A bebida ainda melhora o funcionamento dos rins que, provavelmente, estarão sobrecarregados com o uso de anti-inflamatórios. Alimentos que devem ser evitados: Frituras: os alimentos ricos em gordura não favorecem a resposta imunológica do organismo, já que demandam uma digestão mais demorada. Além disso, a gordura desempenha um papel inflamatório, tudo que seu corpo não precisa neste momento. Alimentos industrializados: os ultraprocessados também não são indicados, justamente porque também contribuem para a inflamação do corpo. Acontece que muitos deles possuem gordura trans, que causa inflamação nas artérias. Doces e açúcar refinado: a absorção do açúcar acaba provocando um processo inflamatório dentro das células. Seu consumo também é relacionado à resistência à insulina, processo em que os tecidos precisam de mais desse hormônio para colocar o açúcar dentro das células. Sem contar que doces em quantidades exageradas provocam inflamação local no intestino.

5 coisas que você precisa saber sobre a rinoplastia

Considerada como uma cirurgia plástica de pequeno porte, a rinoplastia tem como objetivo principal remodelar o nariz. A rinoplastia apresenta uma enormidade de técnicas para tratar desde pequenas imperfeições restritas a áreas específicas – dorso elevado, ponta bulbosa e/ou caída, asa narinária alargada, etc.- até deformidades maiores – defeitos congênitos, pós -trauma ou pós-câncer. Em alguns casos, a cirurgia é procurada por quem tem dificuldade com a respiração. Também é indicada para pessoas que têm desvio de septo ou outra deformidade nasal. Os cirurgiões plásticos podem tratar aspectos funcionais e estéticos no mesmo procedimento. A funcionalidade do nariz deve ser sempre investigada no momento pré-operatório. Uma avaliação criteriosa no período pré-operatório determinará o planejamento cirúrgico ideal para  o tratamento de cada problema. Entenda neste artigo o que você precisa saber sobre o procedimento. 1. Quem pode fazer uma Rinoplastia? Se você se sente incomodado com o formato do seu nariz e isso interfere diretamente na sua autoestima, a rinoplastia pode ajudar! Todos que não estão satisfeitos com a aparência do seu nariz ou por motivos de saúde estão aptos para realizar a rinoplastia.   2. Com quantos anos pode fazer a Rinoplastia? Para as mulheres, por possuírem uma evolução do organismo mais rápida do que os homens, uma boa idade para realizar a cirurgia a partir dos 15-16 anos. A idade da primeira menstruação também é fundamental, pois geralmente depois de três o crescimento da estrutura crânio-maxilo-facial já está estabilizado, o que inclui o nariz por ser o centro do crescimento da face. Sendo assim, a paciente já pode ser uma candidata a fazer a cirurgia de nariz. Nos homens tem seu desenvolvimento mais tardio, por isso, a idade recomendada é entre os 16-17 anos na maioria dos casos. Em algumas situações, os homens já têm a formação completa da face aos 15 anos, nestes casos o paciente já está autorizado a fazer a cirurgia. De qualquer forma, Independente do sexo do paciente, a avaliação médica deve ser feita para correta análise em relação à formação óssea e cartilaginosa. Em casos de jovens que sofreram algum trauma que afetou o nariz, a cirurgia será indicada independente da idade.   3. Quanto tempo demora a cirurgia? O tempo de cirurgia dura em média de 2 a 3 horas. Cada rosto demanda um planejamento cirúrgico individualizado que determina a associação de técnicas e um conjunto de manobras mais apropriados para alcançar o resultado almejado. 4. Como é a recuperação da Rinoplastia? O tempo de recuperação da vai depender de cada paciente. Porém, a partir dos 7 primeiros dias já é possível retornar com algumas atividades. O tempo de recuperação varia de acordo com cada situação. Geralmente o retorno de atividades como trabalho é de 7 a 15 dias, de acordo com a resposta de cada organismo. O tempo de retorno para atividades físicas pode chegar a 4 semanas e vai variar de acordo com as recomendações do seu médico. Lembrando que é essencial que o paciente siga as orientações e prescrições médicas rigorosamente. 5. Quais são os benefícios que podem ser obtidos? Os principais são: melhora da autoestima; apresenta baixos riscos clínicos melhora na estética facial; ganho de confiança; melhora a capacidade respiratória; melhor qualidade de vida.   Gostou deste artigo? Compartilhe e leia outros textos em nosso blog!

eliminar fibrose após cirurgia plástica

Como eliminar fibrose após cirurgia plástica?

Se você está tentando descobrir como eliminar fibrose após cirurgia plástica está no post certo. Obviamente, realizar um procedimento estético é um sonho, mas, caso os cuidados após o procedimento não sejam adequados, podem trazer certos incômodos. Os mais comuns são: retenção de líquido e formação de fibrose.  Para que os resultados da sua cirurgia sejam perfeitos, hoje você vai descobrir na íntegra como eliminar fibrose após cirurgia plástica. Fique com a gente e saiba tudo! O que é fibrose? A fibrose é temida por quem realiza uma cirurgia plástica, principalmente a lipoaspiração. Em suma, a fibrose é uma “cicatriz interna” pós-operatória. É um tecido composto principalmente por colágeno, utilizado pelo organismo para cicatrizar lesões.  Está presente em todos os pequenos orifícios que a lipoaspiração faz na gordura, entre a pele e o músculo. Mas isso também pode ocorrer em diversas cirurgias.  A fibrose cicatricial pós-operatória pode causar irregularidades, endurecimento intenso, nodulações, retrações de pele e até dores.  Não é perceptível nas primeiras duas semanas, mas geralmente é visível e sentido após 14 dias, e pode piorar durante os primeiros três meses.  Entre 6 meses e um ano de operação, tende a amolecer, mas pode deixar sequelas.   Quais cirurgias podem causar fibrose? Antes de descobrir como eliminar fibrose após cirurgia plástica, saiba que, infelizmente, qualquer procedimento cirúrgico que gere algum tipo de lesão, bem como dano tecidual ou trauma, pode desencadear a fibrose. Isso também é bastante comum principalmente em pessoas que têm a pele muito grossa. Como eliminar a fibrose após cirurgia plástica? Mesmo se presente, a fibrose nos estágios iniciais (14 a 21 dias da cirurgia) é muito mais fácil de tratar e resolver do que a fibrose antiga, que já está endurecida e espessada.  Quanto mais cedo for tratado, maiores serão as chances de sucesso.  A infusão de dióxido de carbono (terapia de CO2 ou carboxiterapia) na fibrose cicatricial pós-operatória sob a pele também ajuda na cura.  Ao melhorar a circulação e alongar a fibrose, o dióxido de carbono permite a reabsorção e laceração da cicatriz. Diante de tudo isso, pode-se concluir que a fibrose cicatricial pós-operatória, embora inevitável, muitas vezes pode ser modulada e, portanto, o diagnóstico deve ser precoce, tornando o acompanhamento pós-operatório essencial. Contudo, a forma mais comum de eliminar a fibrose após cirurgia plástica é através da drenagem linfática. Por que a drenagem linfática é tão eficaz para tratar fibrose? A drenagem linfática é essencial em cirurgias para minimizar o acúmulo de líquido nos tecidos e nos espaços entre a pele e o músculo.  Quanto mais líquido for retido, maior será a cicatriz para cobrir o espaço entre os tecidos, ou seja, maior será a fibrose cicatricial pós-operatória. A drenagem linfática evita justamente isso, ela evita que o líquido fique retido, portanto, o método mais econômico e eficaz de evitar que a fibrose interfira nos resultados positivos da sua cirurgia. Conclusão É de suma importância que você faça a drenagem linfática para reduzir os riscos de cicatriz feia e indesejada. Portanto, realizar o procedimento é um complemento da cirurgia plástica para que você se olhe no espelho e se sinta linda como o desejado. Dessa forma, os cuidados pós-operatórios são importantes, tá? Não negligencie isso achando que seu corpo tem uma boa cicatrização, jamais!  O que achou deste conteúdo? Ficou alguma dúvida? Entre em contato ou agende uma consulta!

Como a suplementação pode ajudar na cicatrização?

Poucos sabem, mas a suplementação pode ser uma ótima aliada do pós-operatório, principalmente na cicatrização. Qualquer cirurgia plástica provoca inchaço e ferimento no corpo e usar compostos alimentares após o procedimento tem sido eficaz para acelerar a recuperação. Eles atuam na manutenção das funções imunológicas com a finalidade de contribuir ao máximo com o paciente. Aprenda como os suplementos podem te ajudar. O que são suplementos? Os suplementos alimentares são compostos de nutrientes, como proteínas, carboidratos, vitaminas, minerais, fibras, ácidos graxos e aminoácidos, e podem vir em formato de gel, cápsula ou pó. Eles servem para complementar a dieta e prover ao organismo aquilo em que esteja deficiente. Existe um grande número de pessoas se submetendo a cirurgias plásticas, que possuem variadas sequelas. As mais comuns são o surgimento de seroma e fibrose no pós-operatório, causadas por cicatrização alterada, inflamação, hematoma, necrose, trombose, estresse oxidativo e edema. Há estudos que comprovam o papel dos suplementos no processo de recuperação, garantindo eficácia no resultado estético. Esses compostos previnem e amenizam as complicações. Mas eles devem ser indicados pelo médico, com objetivo de auxiliar na reposição energética e também na cicatrização do paciente, mantendo seu estado nutricional equilibrado. Como a suplementação ajuda na cicatrização? A cicatrização é um processo dinâmico e imediato de reparação da pele como consequência da cirurgia plástica. O uso de suplementos nesse período gera benefícios, como: acelera a recuperação da inflamação, melhora o sistema imunológico, fornece mais energia, ameniza os riscos de infecções e ajuda na formação dos tecidos. Os mais indicados e suas atribuições são: vitamina C: impulsiona o sistema imunológico e a produção de colágeno, além de acelerar a recuperação no processo de cicatrização; vitamina A: acelera o processo de cicatrização; vitaminas do complexo B: auxiliam a produção de colágeno e o reparo satisfatório das feridas; zinco: está ligado ao processo de cicatrização e a melhora da imunidade; arnica: anti-inflamatório, aumenta o fluxo sanguíneo para a área de trauma e ajuda a reduzir o inchaço; vitamina K: anti-inflamatório. Podem ser comprados na forma de multivitaminas, contendo várias substâncias agrupadas. É comum encontrá-los prontos para consumo ou formulados por um profissional de saúde.     Cuidados pós-operatório Existem muitos suplementos no mercado que podem acelerar a cicatrização e o tempo de recuperação natural do corpo na fase pós-cirúrgica. Mas, assim como todos os medicamentos, o seu uso só é recomendado sob supervisão médica. É importante sempre consultar um profissional para consumir qualquer suplementação. Também pergunte ao seu cirurgião qual sua deficiência nutricional e quando pode fazer a ingestão de repositores. Respeite o tipo e a dose recomendada pelo médico, pois em excesso, causam intoxicação e prejudicam o fígado e os rins. Além disso, para auxiliar o processo de cicatrização, o paciente deve suspender o hábito de fumar e a atividade física por 30 dias, evitar exposição ao sol e se hidratar bastante. Conte com a nossa equipe na suplementação para pós-operatórios. Agende uma consulta agora mesmo e se prepare para ter uma cirurgia bem-sucedida e livre de cicatrizes. Ficou interessada? Agende uma consulta com a nossa nutricionista pelo (21) 96469-6150 ou pelo http://bit.ly/2mmUYi

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